sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Avaliação, mais um desafio da educação

        A definição que o dicionário trás de avaliar é a seguinte: Determinar o valor, o preço, a importância de alguma coisa. Bom, mas se tratando de pessoas essa definição me parece um tanto quanto inadequada.
            Por mais incrível que possa parecer muitas avaliações ainda são meramente qualificativas, se preocupando unicamente em determinar um valor para o "conhecimento" mostrado pelo aluno, seja através de uma prova, um trabalho ou uma produção textual.
            Na maioria das vezes essa classificação em forma de notas de zero a dez, faz com que os estudantes, percam o interesse pela aprendizagem, e seu objetivo passa a ser unicamente atingir um determinado número, que vai significar a passagem, para a série seguinte. Dessa maneira a avaliação se torna um desestímulo a aprendizagem, o que pode implicar no  fracasso escolar.

           
Calma! Nem tudo está perdido! 


            A avaliação pode ser um instrumento de aprendizagem, uma forma de continuidade dos estudos, uma sistematização de conteúdos. Ao invés de ter um caráter puramente qualificativo de seleção, a avaliação deve ter um aspecto formativo, deixando de apenas evidenciar erros e exaltar "ignorâncias"  para se tornar uma atividade crítica de conhecimento.
           
            A tarefa de avaliar não é nada fácil para um professor que se preocupa com o caráter formativo da avaliação, né professora Jane !?  
            

            Os modos de avaliação estão relacionados a própria característica paradoxal da escola: de formar para o mundo no qual estamos, um meio altamente competitivo, onde a avaliação seletiva é compassiva ao sistema; e uma outra função que vai de encontro com a anterior é a de formar pessoas crítica, que lutem pela mudança, e neste caso a avaliação formativa é muito mais adequada.

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